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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Remédio Caseiro para nos livra-mos das Baratas


Quem já não teve em casa aqueles convidado indesejáveis que surgem dos ralos e outros tantos sítios???????? Até fico arrepiada só de pensar....sim porque eu tive uma invasão de baratas na minha casa e sabem com elas entraram??????? Dentro da televisão que tinha levado para o campismo!!!!!! Pois é a televisão foi fora e vi-me aflita para me livrar delas. 
Assim descobrir esta receita caseira par nos livrarmos destes nossos amigos indesejáveis.

Para fazer o repelente natural em casa você vai precisar de:

Ingredientes

        a)5 gotas de óleo essencial de eucalipto
        b)5 gotas de óleo essencial de alecrim
        c)1 folha de louro
        d)meio litro de álcool de cereais
        e)1 litro e meio de água
        f)1 garrafa PET de 2 litros (limpa)

É muito importante não confundir o óleo essenciais, que tem propriedades medicinais, com a essência, que apenas preserva o cheiro. Esses óleos podem ser adquiridos em casas de aromaterapia e farmácias especializadas.

 Preparação

 Num recipiente, misture o álcool de cereais, as gotas de óleo essencial e a folha de louro. Depois com ajuda de um  funil para despeje a mistura na garrafa PET, colocando também a folha de louro lá dentro
Complete o restante da garrafa com água, e agite bem para que o desinfectante não fique separado em camadas.
 Guarde na garrafa num local fresco e à sombra.

Utilização?

O desinfetante deve ser aplicado em todos os ralos da casa e outros locais por onde as baratas possam entrar. A  aplicação pode ser semanal, para  manter os bichinhos sempre longe.
 A mistura também pode ser usada na sanita e na limpeza do chão da casa.

Neste caso, dilua a mistura em um balde com água e utilize um pano para passar no chão. Assim você evita a presença de microrganismos.



Fonte:Receita Natural

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Como Fazer Elixir Dentário em Casa

Aqui vai varias receitas, nesta altura de poupança, espero que gostem pois os elixires não nada baratos!



Sal marinho
- 1/2 colher de chá sal marinho num copo de água morna
O sal é um anti-séptico suave, fortalece as gengivas e neutraliza o ácido 
que ajuda à formação do tártaro. Se tiver úlceras na língua pode fazer bochechos com esta mistura várias vezes ao dia.

Sal marinho e limão 
- juntar umas gotas de limão à "receita anterior" para branquear (o sal neutraliza o ácido)

Camomila
Fazer uma infusão de camomila e utilizá-la, fria, para bochechar (é desinfectante).

Elixir de salva
250ml de água a ferver
2 colheres de chá de salva seca
1/2 colher de chá de sal marinho
(tanto a salva como o sal são anti-sépticos suaves, adstrigentes - tonificam - e aliviam inflamações)
Verter a água sobre a salva, tapar e deixar em infusão durante 15 minutos.
 Coar, juntar o sal e deixar arrefecer. Bochechar com cerca de 60 ml. 
Utilizar no prazo de 2 dias.
.
Elixir de menta
250ml de água
1 colher de chá de glicerina vegetal
1 colher de suco de aloé vera (amacia as gengivas)
6 gotas de óleo essencial de hortelã-pimenta (combate as bactérias)
Misturar tudo e guardar num recipiente tapado. Agitar antes de usar.
 Utilizar nos dias seguintes.

Elixir de ervas
250ml de água a ferver
2 colheres de chá de hortelã-pimenta seca
1 colher de chá de sementes de anis (refresca o hálito)
1/2 colher de chá de tintura de mirra
 (fortalece as gengivas, é anti-séptica e conservante)
Verter a água sobre a hortelã-pimenta e as sementes de anis. 
Tapar e deixar em infusão até arrefecer. Coar e adicionar a mirra.
 Guardar o elixir num frasco e agitar antes de usar.

Se precisar de refrescar o hálito pode mastigar:
- salsa fresca;
- sementes de funcho;
- sementes de anis;
- folhas de hortelã ou hortelã-pimenta (ou beber uma chávena de chá das
 mesmas, ou bochechar um copo de água morna com uma gota do seu óleo essencial).


Fonte: coisasquepossofazer

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Angélica – Angelica archangelica

 



 

Planta herbácea que mede de 1 a 2 m de altura. Seu caule é grosso e canelado. Nas extremidades se encontram as flores dispostas numa inflorescência em forma de umbela. Muito parecida com a cicuta que pertence à mesma família, porém com uma diferença significativa - a angélica exala um aroma agradável entre picante e adocicado, enquanto a cicuta tem odor desagradável.
A planta angélica inclui os sinônimos botânicos Angelica atropurpurea e Angelica officinalis. Pertence a família Apiaceae, existindo mais de 50 espécies.

Nomes Populares:
 Angélica – Angelica archangelica, também é conhecida como erva-angelica, planta angelica, angelica-de-jardim, aipo-selvagem, arcanjo, raiz-do-espírito-santo.

História e Curiosidades:
A Angelica é uma planta selvagem, encontrando-se na Finlândia, Suécia, Noruega, Dinamarca, Groenlândia e Islândia, principalmente no norte destes países. A planta angelica é cultivada na França, sobretudo em Marais Poitevin, uma região de sapal (área periodicamente alagada por água salgada). Também cresce em determinadas regiões da Alemanha e da Romênia.
Pensa-se que o nome da planta do fato dela proteger pessoas de várias doenças, incluindo pragas e envenenamentos. Curiosamente, a angélica costuma florescer por volta do dia 8 de maio, o dia do banquete de São Miguel Arcanjo. Outra razão para o nome popular remete à histórias que contam que o Arcanjo Rafael em um dos sonhos vislumbrou a figura de um monge que lhe disse que a angelica ajudaria a combater a peste bubônica.
Durante a Idade Média, a planta angelica foi combinada com outras ervas para fazer a “água carmelita“, usada como tônico e água de colônia para curar dor de cabeça, promover o relaxamento corporal, longevidade, proteger contra venenos e magias das bruxas. A água carmelita é extrato alcoólico formulado pelas freiras carmelitas da abadia de St. Just e foi comercializada sob o nome de Eau de Carmes.


Propriedades medicinais:

As sementes são usadas para indigestões ácidas, náuseas e vômitos, pois esta planta melhora o funcionamento do fígado e baço e, em pequenas quantidades estimula as secreções digestivas A planta angélica também é usada para fortalecer o coração e os pulmões. Algumas pessoas acreditam que quando a angelica é consumida, diminui a vontade de ingerir álcool. Algumas pessoas mastigam a raiz seca para usufruir das propriedades antivirais e antibacterianos. é um anti-inflamatório de uso tópico.
A angelica alivia problemas de circulação periférica e reduz a pressão arterial elevada, agindo para estabilizar os vasos sanguíneos. Estudos preliminares realizados na China sugeriram que a angelica aumenta a contagem de células vermelhas no sangue, o que significa que ela pode ser útil tratamento de anemias. Os pesquisadores também relataram que a planta angelica aumenta a capacidade de coagulação do sangue. Pesquisadores alemães descobriram que a angelica relaxa a traqueia, sugerindo que ele possui alguma validade no tratamento natural de resfriados, gripes, bronquite e asma. A pesquisa adicional também validou a sua utilização em problemas digestivos. Pesquisadores japoneses relataram efeitos anti-inflamatórios, confirmando o uso de angelica para tratar problemas de artrite.

Propriedades Medicinais:
adstringente, anti-inflamatória, antirreumática, aromática, carminativo, colagogo, diaforético, diurético, expectorante, tônico digestivo, tônico estomacal, tônico uterino.

Patologias:
 alcoolismo, anemia, anorexia, artrite, asma, bronquites, cãibras, choques elétricos, cólica, dispepsia, enrijecimento dos músculos, enxaqueca, espasmos gastrointestinais, flatulência (gases intestinais), indigestão, náuseas, perda de apetite, resfriados, reumatismo, tifo, vômitos.

Angélica na Culinária:
Em alguns países da Escandinávia, os talos da angélica são cozidos como legume. Os talos são confeitados em forma de geleia e usados em bolos de frutas.
A planta angelica também é utilizada para temperar peixes e as folhas são acrescentadas a saladas e sopas.

Contraindicações e Efeitos Secundários da Angélica:
Sendo semelhante a várias espécies venenosas, por isso, deve ser consumida apenas quando houver certeza absoluta de sua identificação.
Doses elevadas da planta podem alterar a pressão sanguínea e respiração, além de provocar mudanças no sistema nervoso.
Os diabéticos devem evitar a erva, vez que a mesma possui altas concentrações de açúcar.
Não deve ser consumida durante a gravidez e períodos de menstruação.
Fonte:plantasmedicinaisefitoterapia.com 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

REMÉDIOS NATURAIS PARA ARTRITE


A artrite é definida pela inflamação de uma articulação, normalmente acompanhada por dor, inchaço e rigidez, resultantes da infecção, traumatismo, alterações degenerativas, perturbações metabólicas, dentre outras causas. A artrite reumatoide é uma doença crônica que leva a deformidades incapacitantes.
A artrite pode tornar muito difícil para uma pessoa manter-se fisicamente ativa, contribuindo para um aumento do risco de obesidade, colesterol alto ou vulnerabilidade à doenças cardíacas. O diagnóstico é feito através de exame clínico de um profissional de saúde adequado. Todas as artrites potencialmente apresentam sintomas de dor, variando a intensidade de acordo com o tipo de artrite e a região afetada.

Muitas ervas medicinais e remédios naturais têm sido utilizados no tratamento de dores articulares durante séculos. Dentre os tipos (classificações) de artrite existente incluem: osteoartrite, artrite reumatoide, artrite gotosa (gota), artrite piogênica aguda, artrite psoriática, artrite séptica e a espondilite anquilosante. Veja algumas plantas medicinais úteis no tratamento natural da artrite:

Arnica

Arnica montana
As raízes da Arnica montana contêm derivados de timol, que são usados como fungicidas e conservantes, e podem ter um efeito anti-inflamatório. Quando usado topicamente num gel a uma concentração de 50%, a Arnica montana possui o mesmo efeito para o tratamento dos sintomas de osteoartrite nas mãos comparado a géis com 5% de ibuprofeno. A Arnica montana contém a toxina helenalina, que pode ser venenosa caso a planta seja ingerida em grande quantidades. Pode provocar uma gastroenterite grave e causa hemorragia interna do aparelho digestivo em altas doses. O contato direto com a planta pode causar irritação da pele.
Alecrim
O chá de alecrim (Rosmarinus officinalis) é utilizado para o tratamento de artrite. Os quatro componentes anti-inflamatórios das folhas da planta são: earnosol, ácido oleanólico, ácido rosmarínico e ácido ursólico. Um estudo de 8 semanas foi publicado na edição de outubro de 2005 da revista Phytotherapy Research, para avaliar os benefícios do extrato de alecrim e dois outros suplementos de ervas no tratamento da artrite. O estudo envolveu 54 indivíduos diagnosticados com diferentes formas de artrite. Os pacientes com osteoartrite e artrite reumatoide que receberam suplementos à base de alecrim obtiveram redução significativa da dor. O extrato de alecrim não se mostrou eficaz apenas para controlar a dor, mas também a inflamação. O estudo concluiu que o alecrim diminuiu o nível de proteína c-reativa, que é um marcador de inflamação. Outro estudo apresentado em abril de 2009 da Planta Medica avaliou os benefícios do alecrim na gestão da artrite. Este estudo foi realizado em modelos de animais e descobriram que o óleo de alecrim reduziu eficazmente a dor associada com a artrite. Os autores explicaram ainda que, assim como os analgésicos, o alecrim possui a capacidade de controlar a dor articular e melhorar a função articular, modificando a resposta do corpo à dor.

Sucupira

Sucupira

A sucupira (Pterodon emarginatus), é uma árvore brasileira que cada vez mais vem sendo utilizada no tratamento de dores. O óleo volátil retirado da casca e das sementes da planta, além de ser aromático, é muito utilizado no tratamento de reumatismo. O extrato também é utilizado para o tratamento de artrite, artrose, gota e reumatismo, além de aliviar dores nas costas e joelhos. Além disso, o chá de sucupira já se tornou uma bebida bastante popular no Brasil.

Urtiga
A urtiga (Urtica dioica) é um remédio aprovado para o tratamento de reumatismo na Alemanha. É também muito eficaz no tratamento de artrite precoce. O sumo preparado a partir da urtiga contém um agente anti-inflamatório semelhante às drogas esteroides.
Curcuma
Estudos mostraram que a curcumina, substâncias presente na Curcuma longa, possui propriedades anti-inflamatórias e modifica as respostas do sistema imunológico. A cúrcuma parece ser mais eficaz na prevenção da inflamação comum do que na redução da inflamação nas articulações.
Alfafa
A alfafa (Medicago saliva) ajuda a reduzir a dor, rigidez articular e inchaços nos joelhos, tornozelos e pés. A alfafa é um diurético natural e ajuda a regular o equilíbrio entre ácido e alcalino no corpo. Reconhecido há séculos por suas propriedades curativas, a alfafa contém oito enzimas digestivas, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, clorofila, flavonoides, minerais e vitaminas.
Garra-do-Diabo
A garra-do-diabo (Harpagophytum procumbens) é nativa e se desenvolve na África, majoritariamente no deserto do Kalahari e nas estepes da Namíbia. Grupos indígenas africanos há muito tempo a utilizam como analgésico, anti-inflamatório, anti-reumático, para o tratamento de artrite, osteoartrite e outras doenças.
Oficialmente, a planta consta na Farmacopeia Europeia como um tratamento efetivo para reumatismo e artrites. A planta ainda é relatada como uma alternativa ao uso de anti-inflamatórios não esteroidais como ácido acetilsalicílico, diclofenaco, nimesulida, piroxicam, celecoxib e ibuprofeno, por ter poucos efeitos adversos e por haver a possibilidade de uso por período prolongado.
Canela
A casca de canela pode melhor o fluxo de sangue, bem como a função do rim e baço. Ao aumentar o abastecimento sanguíneo no corpo, previne o aparecimento de causas de inflamação e dor em pacientes com artrite.
Ginseng
O ginseng contém componentes chamados ginsenósidos que possuem inúmeras atividades farmacológicas, especialmente eficaz contra a artrite. Uma pesquisa descobriu que vários ginsenósidos possuem efeitos anti-inflamatórios, podendo reduzir a inflamação na artrite reumatoide. Em laboratório, os pesquisadores criaram um novo ginsenósido chamado G-Rp1. Este ginsenósido, feita a partir dos ginsenósidos G-Rg5 e G-RK1 encontrados na raiz do ginseng, apresenta um efeito anti-inflamatório mais forte dos que ocorrem naturalmente nos ginsenósidos. Além disso, todos os ginsenósidos acima citados têm efeitos imunossupressores importantes na luta contra as doenças autoimunes.
Orégano
O orégano é utilizado como um agente anti-inflamatório. As reações de radicais livres provavelmente estão envolvidos na artrite degenerativa Um estudo recente mostrou que o carvacrol, a principal substância do óleo de orégano, possui a capacidade de prevenir a artrite autoimune. O carvacrol parece ativar o sistema de defesa anti-inflamatório natural conhecido como proteínas de choque térmico (HSP ou chaperona).
Fonte:www.plantasmedicinaisefitoterapia.com

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Tratamentos Capilares 




 O pH do cabelo deve ser mantido entre 4,2 e 5,8 (pH ácido) devendo ter atenção na escolha dos produtos utilizados pois o pH do cabelo deve ser mantido, pois caso contrário o cabelo pode ficar seco.

 No que diz respeito á humidade do cabelo esta deve ser mantida na ordem dos 15%, o que implica ter alguns cuidados no tratamento do cabelo no dia-a-dia, tais como:

 • Não deve lavar o cabelo todos os dias pois assim o cabelo não consegue recuperar a sua hidratação naturalmente.

 • Se lavar o cabelo á noite deve secar o cabelo com o secador, pois o cabelo fica a secar contra a almofada,não conseguindo ser “arejado” criando “mau cheiro” e jeitos que depois não gostamos.

 • Não devemos de andar a trocar os produtos todos os meses, pois para termos algum resultado a longo prazo temosde utilizar os mesmos produtos para ver se resulta ou não.

 • Se quiser o cabelo ainda mais brilhante, após a ultima lavagem deitar um jarro de água com vinagre e deixar secar.


 Como tal para cuidar do cabelo devemos estabelecer tratamentos que vão incidir sobre a hidratação, nutrição e reconstrução do cabelo.

 a)Hidratação: baseia-se na utilização de produtos compostos por vitaminas B5 e A, glicerina e/ou aloé-vera que ajudam a repor a humidade do seu cabelo, fazendo com que o cabelo absorva melhor a água, tornando-os mais macios e fáceis de pentear ( e eu que diga …. Que a minha princesa tem cá uma “juba” :) 

b)Nutrição: no campo da nutrição temos os produtos com colagéneo, manteiga de Karité, óleos vegetais (Argan, azeite extra-virgem, linhaça, etc). Este processo permite reduzir o volume, dando-lhe brilho e mais definição, no caso dos caracóis ( o caso da minha princesa….. UFA!!!!!!).

 c)Reconstrução: esta etapa visa deixar o cabelo mais resistente e encorpado devendo utilizar-se produtos que contenham queratina e colagéno .


 Quem diz que o cabelo é a coroa de glória de uma mulher, nem tem a noção do trabalho que dá :).

terça-feira, 16 de abril de 2013

PICADAS DE INSETOS



Abelha :
Primeiro, retire o ferrão, com cuidado, utilizando uma pinça. A seguir passe um pouco de vinagre e depois suco de limão, ou então coloque uma rodela de cebola sobre o local. Diminui a dor e desinflama.

Aranha :
Amasse três dentes de alho e coloque sobre o ferimento.

Cobra :
Antes de mais nada, amarre um pano antes e depois do local da picada para que o veneno não se espalhe pela corpo.
Em seguida, passe querosene sobre a região atingida e faça um chá de alho bem forte para beber.
Depois, faça uma cataplasma com sementes de mostarda, alho e coloque sobre a picada.
Procure um médico o mais rápido possível.

Escorpião :
Molhe um pedaço de fumo em rolo e passe no local ou então mate o escorpião e o coloque em um vidro com álcool.
 Friccione, de vez em quando, esse líquido sobre a picada.

Marimbondo :
Ferva um tomate e corte em fadas. Coloque uma delas, ainda quente, sobre a picada.

Mosquito :
Passe sobre o local da picada uma mistura contendo 5 g de essência de cravo, com um pouco de clorofórmio, e 90 g de óleo de amêndoas doces.
Guarde em um vidro escuro.

Insetos em geral :
Esfregue algumas folhas frescas de salva sobre o local da picada ou então passe óleo de camomila.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Aromaterapia


Historia da Aromoterapia:

Desde a antiguidade, a aromaterapia e os óleos essenciais são utilizados pelo seu efeito benéfico tanto para o corpo como para o espírito. O uso dos óleos essenciais e da aromaterapia estava presente em todos os continentes, tendo sido utilizado na vida diária e nos rituais de múltiplas culturas no passado. O seu uso permitiu a disposição de antisépticos naturais, combater epidemias, limpar aposentos, atenuar dores, combater doenças, cuidar da higiene corporal e facial, melhorar as relações sociais, etc. Já em 5.000 a.C., as pessoas que viviam no Paquistão usavam a aromaterapia nos banhos públicos.
Os egípcios nos seus Papiros Ebers, com mais de 900 remédios, descrevem os óleos essenciais como “uns elementos mais caros do que o ouro e a prata”, utilizavam extractos e óleos como antisépticos no processo de mumificação. Tanto foi assim que em 1922 quando foi aberto o túmulo de Tutankamon ainda perdurava a fragância de flores e madeiras aromática, as quais haviam sido depositadas há mais de 3.000 anos atrás.
Na preparação de alguns dos seus perfumes, os egípcios utilizavam uma vasilha de barro tapada com um trapo de linho, cheia de água e de substâncias aromáticas, que aqueciam até que os vapores impregnassem o tecido, e ficasse saturado de essência.

Recentes escavações arqueológicas confirmaram o facto, de que os romanos utilizavam também vasilhas especiais de barro para realizar extracções aromáticas. Sabe-se que o Império lavava a roupa com Lavanda/ Alfazema (daí o nome desta planta aromática e medicinal). A medicina romana, hebraica e grega incluiu num lugar destacado as terapias com óleos essenciais, assim como a utilização dos preparados de higiene diária (massagens, banhos, antisépticos ambientais…).
O método de extracção era já praticado pelos povos indígenas da América e usado para curar ou prevenir doenças e em rituais espirituais usado como tónico psicológico e em cerimónias como o Temascal (famosa Sauna das Anciãs Pedras).
Costuma-se atribuir ao médico persa Avicena, responsável pelo hospital de Bagdade, a descoberta do método de destilação dos óleos essenciais das plantas, e dos manuscritos árabes dos séculos X e XI que contém desenhos de aparelhos destiladores de óleos essenciais, cujos princípios básicos não mudaram até hoje.
Mas a invenção do alambique atribui-se ao catalão “Arnould de Villanueve”, que na idade média descreve perfeitamente um aparelho para destilar, o alambique (que em Árabe significa: copo).
Uma prova de que os óleos essenciais contêm importantes propriedades antisépticas é a aparente imunidade de muitos perfumistas da Idade Média, durante as epidemias de peste e cólera que assolaram a Europa.
Durante os séculos XVI e XVII mais de 100 óleos essenciais foram utilizados para investigar fórmulas de medicina tradicional.
Fonte: http://sounatural.com

domingo, 17 de março de 2013


Úlceras varicosas

O que é?

É uma lesão crónica da pele que afecta os membros inferiores cuja circulação sanguínea é alterada. Num primeiro momento, as perturbações circulatórias provocam, a nível cutâneo, alterações na nutrição dos tecidos ou perturbações tróficas. A pele torna-se fina, frágil, muda de cor e adquire uma tonalidade avermelhada, violácea ou castanha ocre.
A úlcera aparece como uma chaga, uma perda de substância a nível da pele, que escava um buraco, ao início, pouco profundo, mas que, a seguir, se alarga progressivamente.

Quais são as causas da úlcera varicosa?

As causas mais comuns são quatro:
A diabetes, depois de uma longa evolução;
A arteriosclerose, quando esta perturbação reduz o fluxo sanguíneo aos membros inferiores;
As sequelas de uma flebite na zona irrigada pela veia obstruída;
As varizes graves, que são a causa mais frequente.

Entre as causas raras encontram-se o tumor cutâneo ulcerado, perturbações nervosas periféricas.
Num indivíduo jovem, a presença de uma úlcera varicosa pode ser causada por uma anomalia dos glóbulos vermelhos e estar associada a um aumento de volume do baço.

Sintomas
·         Pele avermelhada, fina e frágil;
·         Chaga cada vez mais profunda;
·         Prurido à volta da chaga.


O que fazer sozinhos?

É útil levantar os pés, a uma altura de cerca de 20 cm em relação ao plano da cama, para favorecer a circulação venosa durante o sono e as horas de repouso.
Além disso, o indivíduo pode deitar-se várias vezes por dia mantendo as pernas ligeiramente levantadas. Também andar a pé, sem esforços excessivos, tem um efeito benéfico.
Tratamento:

A terapia dos diabetes, da arteriosclerose ou das varizes estão à origem da úlcera varia conforme os casos. Implica uma redução do peso corporal, uma dieta adequada e uma eventual intervenção cirúrgica às varizes.
A fisioterapia é uma terapia de apoio eficaz para conservar a mobilidade do membro e estimular o retorno venoso. Os tratamentos termais têm demonstrado, desde há muito tempo, eficácia contra a úlcera e as varizes.

• Cozinhe 50 gramas de folhas de salva-dos-jardins em 1 litro de água e aplique em loção ou banho nos locais atingidos.

• Faça um emplastro com folhas e hastes de amor-crescido, bem amassadas, com um pouquinho de água, e aplique no local.

• Em 1 litro de água, coloque 5 colheres das de sopa de folhas secas de chapéu-decouro.Ferva por 5 minutos, coe e use para lavar as feridas. Faça a limpeza 2 vezes por dia.

• Cozinhar 50 gramas de flores e folhas de sálvia em 1 litro de água, e usar em compressas, 2 vezes ao dia.

• Pingue no local suco de saião e cubra com uma gaze. Faça isso 2 a 3 vezes por dia

sexta-feira, 15 de março de 2013


Amigdalite

A amigdalite é uma inflamação das amígdalas, geralmente provocada por uma infecção estreptocócica ou, com menos frequência, por uma infecção viral.
Os sintomas consistem em dor de garganta e queixas que aumentam ao engolir. A dor costuma localizar-se também nos ouvidos devido ao facto de estes e a garganta partilharem os mesmos nervos. As crianças muito pequenas podem não dizer que lhes dói a garganta, mas recusam-se a comer. A febre é frequente, bem como uma sensação geral de mal-estar (indisposição), dores de cabeça e vómitos.
As amígdalas estão inflamadas e com cor vermelha intensa. Pode haver pus e uma membrana branca, fina e confinada à amígdala, que se pode retirar sem fazer sangrar.

Fonte: Manual Merck


Tratamento:

• Mastigar agrião cru é excelente providência para ajudar a combater a amigdalite.

• Prepare por decocção um chá de casca de jenipapo e use em gargarejos, 3 ou 4 vezes por dia.

• Faça gargarejos com ó chá de folhas de caroba, preparado por decocção.

• Faça gargarejos regulares com chá de língua-de-tucano.

• Corte uma romã em cruz, faça infusão de 3 partes com uma pitada de sal e gargarejo 3 vezes por dia.

• Prepare uma infusão de folhas de sálvia em água fervente, acrescente vinagre, deixe amornar e faça gargarejos.

• Gargarejar com suco de tomates verdes e aplicar compressas quentes de tomates cozidos com azeite de oliva no pescoço.

• Tomar 1 xícara de suco quente de amoras adoçado com mel, de 3 a 5 vezes por dia.

• Gargarejar, várias vezes ao dia, com suco de abacaxi.

• Coloque 50 gramas de folhas secas de agrimônia em meio litro de água fervente.
Deixe amornar, filtre e adicione uma colher de mel. Faça gargarejos pelo menos duas vezes ao dia

quinta-feira, 14 de março de 2013


Aftas (estomatite)



As aftas são feridas temporárias e muito dolorosas que podem ocorrer em qualquer parte da boca. As lesões podem aparecer isoladas ou em grupos. As aftas não são feridas graves, mas outras feridas na boca podem ser.

Causas:
Não se sabe a causa definitiva das úlceras aftosas, sendo um erro afirmar que as mesmas são causadas por herpes vírus.
As úlceras aftosas não podem ser passadas de uma pessoa para outra, diferentemente das úlceras herpéticas. Alguns autores consideram as aftas como resultado de uma reação do sistema imunológico. Geralmente aparecem mais em mulheres do que em homens, entre 10 e 40 anos de idade.
Quem tem maior facilidade para desenvolver aftas?

§  Quem come alimentos como o tomate e o abacaxi (são alimentos ácidos)
§  Quem tem feridas na boca (mordeu a língua, uso de aparelho para correção dentária, facilita lesões)
§  Alterações hormonais
§  Pessoas stressadas


Fatores de Risco:

Podem aumentar as chances de desenvolver aftas:
§  Deficiências de ferro
§  Deficiência de algumas vitaminas (B12 e Ácido fólico)
§  Quem tem doença de Crohn

Sintomas:

Lesões de vários tamanhos, que geralmente ocorrem na superfície interna das bochechas e lábios, na língua, podendo aparecer na parte posterior do céu da boca.
As aftas aparecem em algumas pessoas duas ou três vezes por ano. Outras desenvolvem uma lesão depois da outra. Geralmente a fase mais dolorosa é os primeiros quatro dias, depois as lesões começam a melhorar.
Como tratar:

• Coloque 30 gramas de flores de salva-dos-jardins em 1 litro de água fervente. Deixe amornar, coe e faça bochechos.

• Ferva 20 gramas de folhas de eucalipto em 1 litro de água por 2 minutos. Espere amornar, filtre e bocheche com o líquido.

• Cozinhe, asse ou frite fatias de graviola e use como alimento.

• Faça bochechos regulares com chá de língua-de-tucano. Mastigue pequenos pedaços de folha fresca de abacateiro.

• Tomar 1 chávena de suco quente de amoras, adoçado com mel, de 3 a 5 vezes por dia.

• Faça bochechos tom o suco de groselha vermelha várias vezes por dia.

• Bocheche várias vezes ao dia com chá morno de manjericão.

• Faça bochechos com chá de folhas de manga 3 vezes ao dia.

Prevenção:

É difícil prevenir úlceras aftosas, para ajudar a reduzir as suas chances de ter, siga as seguintes orientações:
§  Evite alimentos ácidos como abacaxi, limão e tomate.
§  Mastigue os alimentos com cuidado para evitar lesões como morder a língua ou as bochechas, o que pode levar a uma úlcera aftosa.
§  saber os níveis de ferro, vitamina B12 ou folato estãoem quantidade insuficiente na sua dieta, procure o seu médico para ver a melhor forma de repor tais elementos.