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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

XAROPE PARA A ANEMIA






Ingredientes:

  • 2 beterrabas grandes raladas
  • chávena (chá) de rapadura ralada
  • ½ chávena  (chá) de água


Preparação:
Em uma panela de ferro cozinhe todos os ingredientes por mais ou menos quinze minutos (após levantar fervura).

O lume deve estar baixo e é importante mexer sempre com uma colher de pau para não agarrar no fundo.

Depois que esfriar, coe o xarope e guarde em um vidro limpo.


Posologia:
Tomar uma colher (sopa) do xarope de beterraba três vezes ao dia.


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

ANEMIA - O QUE É?






A anemia é uma condição na qual o sangue tem quantidade de células vermelhas menor do que o normal. Anemia também pode ocorrer se as células vermelhas não contêm hemoglobina suficiente. A hemoglobina é uma proteína rica em ferro que dá ao sangue sua cor vermelha. Essa proteína ajuda as células vermelhas a carregar oxigénio dos pulmões até o resto do corpo. 
Quando a pessoa tem anemia o corpo não recebe sangue rico em oxigénio suficiente. Como resultado, a pessoa pode se sentir cansada e ter outros sintomas. Com anemia severa ou de longa duração, a falta de oxigénio no sangue pode danificar o coração, cérebro e outros órgãos do corpo. Anemia muito grave pode até ocasionar morte.


Células sanguíneas e anemia


A células vermelhas sanguíneas carregam oxigénio e removem dióxido de carbono do organismo. Essas células são fabricadas na medula óssea e vivem em torno de 120 dias na corrente sanguínea. Células brancas sanguíneas e plaquetas também são fabricadas na medula óssea. As células brancas ajudam a combater infecções. Plaquetas se unem para selar cortes ou rupturas nas paredes dos vasos sanguíneos e para o sangramento. Em alguns tipos de anemia a pessoa pode ter poucas quantidades de todos os três tipos de células sanguíneas.

domingo, 6 de setembro de 2015

Hipertensão arterial O que é?????

Quando se mede a pressão arterial, registam-se dois valores. O mais elevado produz-se quando o coração se contrai (sístole); o mais baixo corresponde à relaxação entre um batimento e outro (diástole). A pressão arterial transcreve-se como a pressão sistólica seguida de uma barra e, em seguida, a pressão diastólica [por exemplo, 120/80 mmHg (milímetros de mercúrio)]. Esta medição seria lida como «cento e vinte, oitenta».




A pressão arterial elevada define-se como uma pressão sistólica em repouso superior ou igual a 140 mm Hg, uma pressão diastólica em repouso superior ou igual a 90 mmHg, ou a combinação de ambas. Na hipertensão, geralmente, tanto a pressão sistólica como a diastólica estão elevadas.

Na hipertensão sistólica isolada, a pressão sistólica é superior ou igual a 140 mmHg, mas a diastólica é menor que 90 mmHg (isto é, esta última mantém-se normal).

A hipertensão sistólica isolada é sempre mais frequente na idade avançada. Quase em todas as pessoas a pressão arterial aumenta com a idade, com uma pressão sistólica que aumenta até os 80 anos pelo menos e uma pressão diastólica que aumenta até aos 55 a 60 anos, para depois estabilizar-se e inclusive descer.

A hipertensão maligna é uma pressão arterial muito elevada que, se não for tratada, costuma provocar a morte num período de 3 a 6 meses. É bastante rara e produz-se somente em cerca de uma em cada 200 pessoas com hipertensão arterial, embora os índices de frequência mostrem variações em função de diferenças étnicas (maior frequência em doentes de raça negra), de sexo (sendo mais frequente nos homens) e de condição socioeconómica (com maior incidência em doentes de classe baixa). A hipertensão maligna é uma urgência médica.

Controlo da pressão arterial
A elevação da pressão nas artérias pode dever-se a vários mecanismos:

 1) O coração pode bombear com mais força e aumentar o volume de sangue que expulsa em cada batimento.

2) As grandes artérias percam a sua flexibilidade normal e se tornem rígidas, logo o sangue proveniente de cada batimento vê-se forçado a passar por um espaço menor do que o normal e a pressão aumenta. Isto é o que acontece aos idosos cujas paredes arteriais se tornaram grossas e rígidas devido à arteriosclerose. 

3) No caso da vaso constrição a pressão arterial acontece pelo mesmo mecanismo, pois as artérias minúsculas (arteríolas) se contraem temporariamente pela estimulação dos nervos ou das hormonas circulantes]. 

4) A pressão arterial pode aumentar se se incrementar o afluxo de líquido ao sistema circulatório. Esta situação verifica-se quando os rins funcionam mal e não são capazes de eliminar sal e água em quantidade suficiente. O resultado é que o volume de sangue aumenta e, como consequência, aumenta a pressão arterial.

5) Se a função de bombeamento do coração diminui, se as artérias estão dilatadas ou se se perde líquido do sistema, a pressão desce. As modificações destes factores são regidas por alterações no funcionamento renal e no sistema nervoso autónomo (a parte do sistema nervoso que regula várias funções do organismo de forma automática).

6) O sistema nervoso simpático, que faz parte do sistema nervoso autónomo, é responsável pelo aumento temporário da pressão arterial quando o organismo reage diante de uma ameaça. O sistema nervoso simpático incrementa a frequência e a força dos batimentos cardíacos. Produz também uma contracção da maioria das arteríolas, mas, em contrapartida, dilata as de certas zonas, como as dos músculos, onde é necessário um maior fornecimento de sangue. Além disso, o sistema nervoso simpático diminui a eliminação de sal e de água pelo rim e, como consequência, aumenta o volume de sangue. Deste modo, produz a libertação de hormonas  que estimulam o coração e os vasos sanguíneos.

Os rins controlam a pressão arterial de vários modos:
-  pressão arterial aumenta: aumenta a eliminação de sal e de água, o que faz descer o volume de sangue e normaliza a pressão arterial.
- pressão arterial diminui: os rins reduzem a eliminação de sal e de água; em consequência, o volume sanguíneo aumenta e a pressão arterial volta aos seus valores normais.

Uma  que os rins são importantes para controlar a pressão arterial, muitas doenças e anomalias renais elevam a pressão arterial.

Sempre que, por qualquer causa, se verifique um aumento da pressão arterial, desencadeia-se um mecanismo de compensação que neutraliza e mantém a pressão a níveis normais. Portanto, um aumento do volume de sangue bombeado pelo coração que tende a aumentar a pressão arterial faz com que os vasos sanguíneos se dilatem e que os rins aumentem a eliminação de sal e de água, o que tende a reduzir a pressão arterial. No entanto, em caso de arteriosclerose, as artérias tornam-se rígidas e não podem dilatar-se, e por isso a pressão arterial não desce aos seus níveis normais. As alterações arterioscleróticas nos rins podem alterar a sua capacidade para eliminar sal e água, o que tende a aumentar a pressão arterial.

Causas e designações

1)  hipertensão essencial ou primária pois a causa é desconhecida. 

 2) hipertensão essencial pode ter mais de uma causa. 

3) hipertensão secundária, quando a causa é conhecida

4) hipertensão da bata branca», na qual o stress causado por uma ida ao consultório do médico faz com que a pressão arterial suba o suficiente para que se faça o diagnóstico da hipertensão em alguém que, noutros momentos, teria uma pressão arterial normal.

5) obesidade

6)  vida sedentária, 

7)  stress 

8) consumo excessivo de álcool ou de sal 

9) factores hereditários
.
Sintomas
Geralmente a hipertensão arterial é assintomática, apesar da coincidência no aparecimento de certos sintomas que muita gente considera (erradamente) associados à mesma: cefaleias, hemorragias nasais, vertigem, ruborização facial e cansaço.
Embora as pessoas com uma pressão arterial elevada possam ter estes sintomas, eles também podem aparecer com a mesma frequência em indivíduos com uma pressão arterial normal.

 Às vezes, as pessoas com hipertensão arterial grave desenvolvem sonolência e inclusive coma por edema cerebral (acumulação anormal de líquido no cérebro). Este quadro, chamado encefalopatia hipertensiva, requer um tratamento urgente.

Diagnóstico
devendo o doente realizar uma Monitorização Ambulatória da Pressão Arterial (MAPA),  que vai permitir ao médico ter uma noção de como a pressão arterial do doente em questão se comporta durante as sua atividades diárias normais

Quando se tiver estabelecido o diagnóstico de hipertensão arterial, habitualmente avaliam-se os seus efeitos sobre os órgãos principais, sobretudo os vasos sanguíneos, o coração, o cérebro e os rins. A retina é o único lugar onde se podem observar directamente os efeitos da hipertensão arterial sobre as arteríolas.  O grau de deterioração da retina (retinopatia) permite classificar a gravidade da hipertensão arterial.


 As lesões iniciais do rim detectam-se através de uma análise da urina. A presença de células sanguíneas e albumina (um tipo de proteína) na urina, por exemplo, pode indicar a presença de tal afecção.

É necessário procurar a causa da pressão arterial elevada,pois quanto maior for a  pressão arterial e mais jovem for o doente, mais aprofundada deve ser a pesquisa da causa. A avaliação inclui radiografias e estudos dos rins com isótopos radioactivos, uma radiografia do tórax e determinações de certas hormonas no sangue e na urina, avaliações de ondas de pulso, cardioimpedâncias, etc.



Prognóstico

Quando a pressão arterial elevada não é tratada, aumenta o risco de se desenvolver uma doença cardíaca (como a insuficiência cardíaca ou um enfarte de miocárdio), uma insuficiência renal e um AVC (acidente vascular cerebral) numa idade jovem. 

A hipertensão arterial é o factor de risco mais importante de AVC e é também um dos três factores principais de risco de enfarte do miocárdio, juntamente com o hábito de fumar e os valores de colesterol elevados. 

Os tratamentos que fazem descer a pressão arterial elevada diminuem o risco de AVC e de insuficiência cardíaca. Também diminui o risco de enfarte, embora não de forma tão clara. Menos de 5 % dos doentes com hipertensão maligna sem tratamento sobrevivem mais de um ano.

Tratamento
A hipertensão essencial não tem cura, mas o tratamento previne as complicações. Devido ao facto de a pressão arterial em si mesma não produzir sintomas, o médico procura evitar tratamentos incómodos, trabalhosos ou que interfiram com os hábitos de vida.

Antes de prescrever a administração de fármacos, é recomendável aplicar medidas alternativas.

É aconselhável que as pessoas com pressão arterial elevada controlem a sua pressão no seu próprio domicílio. Essas pessoas provavelmente estarão mais dispostas a seguir as recomendações do médico em relação ao tratamento.


Fonte: Manual da Merck

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Como Fazer Elixir Dentário em Casa

Aqui vai varias receitas, nesta altura de poupança, espero que gostem pois os elixires não nada baratos!



Sal marinho
- 1/2 colher de chá sal marinho num copo de água morna
O sal é um anti-séptico suave, fortalece as gengivas e neutraliza o ácido 
que ajuda à formação do tártaro. Se tiver úlceras na língua pode fazer bochechos com esta mistura várias vezes ao dia.

Sal marinho e limão 
- juntar umas gotas de limão à "receita anterior" para branquear (o sal neutraliza o ácido)

Camomila
Fazer uma infusão de camomila e utilizá-la, fria, para bochechar (é desinfectante).

Elixir de salva
250ml de água a ferver
2 colheres de chá de salva seca
1/2 colher de chá de sal marinho
(tanto a salva como o sal são anti-sépticos suaves, adstrigentes - tonificam - e aliviam inflamações)
Verter a água sobre a salva, tapar e deixar em infusão durante 15 minutos.
 Coar, juntar o sal e deixar arrefecer. Bochechar com cerca de 60 ml. 
Utilizar no prazo de 2 dias.
.
Elixir de menta
250ml de água
1 colher de chá de glicerina vegetal
1 colher de suco de aloé vera (amacia as gengivas)
6 gotas de óleo essencial de hortelã-pimenta (combate as bactérias)
Misturar tudo e guardar num recipiente tapado. Agitar antes de usar.
 Utilizar nos dias seguintes.

Elixir de ervas
250ml de água a ferver
2 colheres de chá de hortelã-pimenta seca
1 colher de chá de sementes de anis (refresca o hálito)
1/2 colher de chá de tintura de mirra
 (fortalece as gengivas, é anti-séptica e conservante)
Verter a água sobre a hortelã-pimenta e as sementes de anis. 
Tapar e deixar em infusão até arrefecer. Coar e adicionar a mirra.
 Guardar o elixir num frasco e agitar antes de usar.

Se precisar de refrescar o hálito pode mastigar:
- salsa fresca;
- sementes de funcho;
- sementes de anis;
- folhas de hortelã ou hortelã-pimenta (ou beber uma chávena de chá das
 mesmas, ou bochechar um copo de água morna com uma gota do seu óleo essencial).


Fonte: coisasquepossofazer

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Angélica – Angelica archangelica

 



 

Planta herbácea que mede de 1 a 2 m de altura. Seu caule é grosso e canelado. Nas extremidades se encontram as flores dispostas numa inflorescência em forma de umbela. Muito parecida com a cicuta que pertence à mesma família, porém com uma diferença significativa - a angélica exala um aroma agradável entre picante e adocicado, enquanto a cicuta tem odor desagradável.
A planta angélica inclui os sinônimos botânicos Angelica atropurpurea e Angelica officinalis. Pertence a família Apiaceae, existindo mais de 50 espécies.

Nomes Populares:
 Angélica – Angelica archangelica, também é conhecida como erva-angelica, planta angelica, angelica-de-jardim, aipo-selvagem, arcanjo, raiz-do-espírito-santo.

História e Curiosidades:
A Angelica é uma planta selvagem, encontrando-se na Finlândia, Suécia, Noruega, Dinamarca, Groenlândia e Islândia, principalmente no norte destes países. A planta angelica é cultivada na França, sobretudo em Marais Poitevin, uma região de sapal (área periodicamente alagada por água salgada). Também cresce em determinadas regiões da Alemanha e da Romênia.
Pensa-se que o nome da planta do fato dela proteger pessoas de várias doenças, incluindo pragas e envenenamentos. Curiosamente, a angélica costuma florescer por volta do dia 8 de maio, o dia do banquete de São Miguel Arcanjo. Outra razão para o nome popular remete à histórias que contam que o Arcanjo Rafael em um dos sonhos vislumbrou a figura de um monge que lhe disse que a angelica ajudaria a combater a peste bubônica.
Durante a Idade Média, a planta angelica foi combinada com outras ervas para fazer a “água carmelita“, usada como tônico e água de colônia para curar dor de cabeça, promover o relaxamento corporal, longevidade, proteger contra venenos e magias das bruxas. A água carmelita é extrato alcoólico formulado pelas freiras carmelitas da abadia de St. Just e foi comercializada sob o nome de Eau de Carmes.


Propriedades medicinais:

As sementes são usadas para indigestões ácidas, náuseas e vômitos, pois esta planta melhora o funcionamento do fígado e baço e, em pequenas quantidades estimula as secreções digestivas A planta angélica também é usada para fortalecer o coração e os pulmões. Algumas pessoas acreditam que quando a angelica é consumida, diminui a vontade de ingerir álcool. Algumas pessoas mastigam a raiz seca para usufruir das propriedades antivirais e antibacterianos. é um anti-inflamatório de uso tópico.
A angelica alivia problemas de circulação periférica e reduz a pressão arterial elevada, agindo para estabilizar os vasos sanguíneos. Estudos preliminares realizados na China sugeriram que a angelica aumenta a contagem de células vermelhas no sangue, o que significa que ela pode ser útil tratamento de anemias. Os pesquisadores também relataram que a planta angelica aumenta a capacidade de coagulação do sangue. Pesquisadores alemães descobriram que a angelica relaxa a traqueia, sugerindo que ele possui alguma validade no tratamento natural de resfriados, gripes, bronquite e asma. A pesquisa adicional também validou a sua utilização em problemas digestivos. Pesquisadores japoneses relataram efeitos anti-inflamatórios, confirmando o uso de angelica para tratar problemas de artrite.

Propriedades Medicinais:
adstringente, anti-inflamatória, antirreumática, aromática, carminativo, colagogo, diaforético, diurético, expectorante, tônico digestivo, tônico estomacal, tônico uterino.

Patologias:
 alcoolismo, anemia, anorexia, artrite, asma, bronquites, cãibras, choques elétricos, cólica, dispepsia, enrijecimento dos músculos, enxaqueca, espasmos gastrointestinais, flatulência (gases intestinais), indigestão, náuseas, perda de apetite, resfriados, reumatismo, tifo, vômitos.

Angélica na Culinária:
Em alguns países da Escandinávia, os talos da angélica são cozidos como legume. Os talos são confeitados em forma de geleia e usados em bolos de frutas.
A planta angelica também é utilizada para temperar peixes e as folhas são acrescentadas a saladas e sopas.

Contraindicações e Efeitos Secundários da Angélica:
Sendo semelhante a várias espécies venenosas, por isso, deve ser consumida apenas quando houver certeza absoluta de sua identificação.
Doses elevadas da planta podem alterar a pressão sanguínea e respiração, além de provocar mudanças no sistema nervoso.
Os diabéticos devem evitar a erva, vez que a mesma possui altas concentrações de açúcar.
Não deve ser consumida durante a gravidez e períodos de menstruação.
Fonte:plantasmedicinaisefitoterapia.com 

domingo, 22 de dezembro de 2013

Chá Energético

 

Ingredientes:

§  1 colher (sopa) de chá verde
§  3 folhas de louro
§  1/2 litro de água
§  mel para adoçar

Preparação:

Primeiramente, ferva a água. Depois adicione o chá verde e as folhas de louro, tampe e deixe descansar por dez minutos. Passe o chá pela peneira e adoce com mel.

Posologia:

Tomar de duas a três xícaras do chá durante o dia, evitando o horário da noite
.

Dica:

Você pode preparar o chá, esperar esfriar e usá-lo para preparar um delicioso batido suco com alguma fruta de sua preferência (abacaxi, melão, morangos ou outras) e adoce com mel.


quinta-feira, 18 de abril de 2013

SARDAS

 

Faça massagens sobre as regiões onde elas aparecerem utilizando uma mistura feita com uma colher de chá de suco de limão, água oxigenada 10 volumes e uma colher de glicerina.

Claras em neve também costumam acabar com as sardas.
Aplique-as e deixe secar. Depois lave o rosto utilizando um sabonete neutro. Repita a operação por, pelo menos, quinze dias.

Se preferir, corte uma beterraba ao meio e passe no rosto diariamente.

Ferver chávena de água e colocar em infusão 5 gr de raízes de genciana.
Quando o líquido estiver morno, lavar o rosto.
Com uso diário desse preparado faz com que as sardas vão clareando, tomando-se cada vez menos visíveis.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Sardas - O que é




As sardas ou efélides são pequenas máculas pigmentadas na pele que ocorre principalmente nas pessoas de pele clara, de cabelos vermelhos ou loiros. 

Surgem principalmente na face, mas também podem aparecer nos braços e costas. Elas costumam aparecer na infância por volta dos 5 anos de idade como máculas (pontos sem relevo) acastanhadas na pele exposta à luz.

Elas aumentam em número, tamanho e profundidade de pigmentação nos meses de verão (quando ficam mais escuras), e diminuem em número, tamanho e ficam mais claras nos meses de inverno. Nas sardas não há aumento do número de melanócitos (células que produzem melanina). Mas há aumento da produção de melanina pelos melanócitos existentes.

Geralmente elas param de surgir antes da adolescência e permanecem por toda a vida, mas também pode surgir de forma repentina no adulto. As sardas possuem herança genética através de um padrão autossômico dominante.

As pessoas com sardas possuem um maior risco de desenvolver um câncer de pele, por isso é importante o acompanhamento com um dermatologista. Ela pode existir isoladamente ou estar associada a síndromes (algumas doenças que possuem as sardas como sinal, por exemplo, o xeroderma pigmentoso, neurofibromatose). Também é importante a diferenciação da sarda com outros distúrbios de pigmentação, para que seja estabelecido o tratamento correto.

sábado, 13 de abril de 2013

Xarope de Maçã
 


O xarope de maçã, que pode ser usado para dor de garganta, rouquidão e tosse, pois além de conter, vitaminas e sais minerais e antioxidantes, a maçã também efeito expectorante, pois a textura do xarope ajuda a limpar as vias aéreas
A receita é eficaz e muito prática. Uma vez que os ingredientes estão presentes na nossa casa diariamente.

Ingredientes:
  • 2 maçãs
  • ½ litro de água
  • 3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
Preparação:

Lave bem as maçãs e corte-as em quatro partes.
Coloque os pedaços para cozinhar em água fervente por cerca de 10 minutos.
Use um pano limpo para coar o sumo da maça.
Esprema com as mãos para extrair a maior quantidade de suco possível.
Junte o açúcar a essa mistura e leve novamente ao lume até engrossar.
Guarde o xarope é um pote de vidro esterilizado.

Dica: na falta do açúcar mascavo, use o açúcar cristal na mesma quantidade.

Posologia:

Tome 3 colheres (sopa) do xarope ao longo dia.


Importante: o xarope não deve ser consumido por diabéticos.

domingo, 7 de abril de 2013

Aromaterapia II
Aromaterapia é a utilização da parte mais sutil da planta: Sua Essência, com fins terapêuticos através dos óleos essenciais. A essência das plantas contém sua energia vital que atua diretamente sobre a harmonia das 3 esferas do corpo humano: mental, físico e emocional. Há milhares de anos, os óleos das plantas vêm sendo utilizados como medicamentos, unguentos, perfumes e cosméticos, destacando-se sua utilização pelos egípcios, antigos mestres da perfumaria, e os gregos que também os utilizaram largamente como remédios e cosméticos aromáticos. Quem nunca ouviu falar dos famosos banhos públicos aromáticos romanos? Com a descoberta da destilação, houve um grande desenvolvimento nesta área em países europeus.
A partir do trabalho científico de diversos pesquisadores a aromaterapia foi aceita como uma nova e importante forma de terapia, sendo largamente utilizada atualmente na indústria de medicamentos, cosméticos e perfumaria.

Definição de Óleos Essenciais

Os óleos essenciais são compostos orgânicos voláteis das plantas, extraídos por destilação a vapor ou extração por solventes voláteis das folhas (alecrim), flores (camomila), cascas de frutas (limão), madeiras (cedro), raízes, etc.
 Outro método empregado é o de prensa manual, especialmente para frutas cítricas como: limão, laranja, "grapefruit", bergamota e tangerina, indicados principalmentepara uso oral. "Enfleurage" é o método utilizado para a obtenção de finas fragrâncias como rosa, jasmim, gardênia, flor de laranjeira, angélica e outras, sob a forma de óleosabsolutos muito concentrados. A quantidade de plantas versus quantidade de essência produzida é muito grande, podendo ser necessário mais de 1000 kg de pétalas de rosas para produzir 1 litro de óleo.
As essências podem ser incolores ou coloridas, são solúveis apenas em álcool, éter e óleos vegetais, podem manchar tecidos e são inflamáveis.

Propriedades Terapêuticas

Os óleos essenciais atuam sobre a harmonia e saúde dos corpos físico, mental e emocional. A nível de corpo físico, o poder de penetração e atuação dos óleos é muito grande, e muitas vezes sua ação varia de acordo com
a dose prescrita. Possuem atuações:

1) No organismo como um todo: ação carminativa, antiespasmódica e digestiva, combatendo a prisão de ventre,diarréia, flatulência e má digestão.
2) No sistema cardiovascular, pode atuar como hipertensor, hipotensor, vasoconstrictor e anti-espasmódico.
3) No sistema linfático, são poderosos antissépticos.
4) No sistema respiratório, têm ação-antisséptica, anti-espasmódica e expectorante.
5) Os óleos também agem no sistema urinário como diurético, na eliminação de cálculos renais e no tratamento de infecções e disfunções urinárias.
6) Também são utilizados para tratamento de impotência e frigidez, doenças venéreas, etc. Os afrodisíacos mais notáveis são jasmim e ilangue-ilangue.
7) Sua função endócrina envolve a estimulação de glândulas para a produção de hormônios e a atuação de alguns óleos como hormonas.
8) No sistema nervoso, poucos estudos criteriosos foram feitos a respeito, mas se conhece sua ação como estimulantes e sedativos, desenvolvendo a memória e o raciocínio, etc.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Aromaterapia


Historia da Aromoterapia:

Desde a antiguidade, a aromaterapia e os óleos essenciais são utilizados pelo seu efeito benéfico tanto para o corpo como para o espírito. O uso dos óleos essenciais e da aromaterapia estava presente em todos os continentes, tendo sido utilizado na vida diária e nos rituais de múltiplas culturas no passado. O seu uso permitiu a disposição de antisépticos naturais, combater epidemias, limpar aposentos, atenuar dores, combater doenças, cuidar da higiene corporal e facial, melhorar as relações sociais, etc. Já em 5.000 a.C., as pessoas que viviam no Paquistão usavam a aromaterapia nos banhos públicos.
Os egípcios nos seus Papiros Ebers, com mais de 900 remédios, descrevem os óleos essenciais como “uns elementos mais caros do que o ouro e a prata”, utilizavam extractos e óleos como antisépticos no processo de mumificação. Tanto foi assim que em 1922 quando foi aberto o túmulo de Tutankamon ainda perdurava a fragância de flores e madeiras aromática, as quais haviam sido depositadas há mais de 3.000 anos atrás.
Na preparação de alguns dos seus perfumes, os egípcios utilizavam uma vasilha de barro tapada com um trapo de linho, cheia de água e de substâncias aromáticas, que aqueciam até que os vapores impregnassem o tecido, e ficasse saturado de essência.

Recentes escavações arqueológicas confirmaram o facto, de que os romanos utilizavam também vasilhas especiais de barro para realizar extracções aromáticas. Sabe-se que o Império lavava a roupa com Lavanda/ Alfazema (daí o nome desta planta aromática e medicinal). A medicina romana, hebraica e grega incluiu num lugar destacado as terapias com óleos essenciais, assim como a utilização dos preparados de higiene diária (massagens, banhos, antisépticos ambientais…).
O método de extracção era já praticado pelos povos indígenas da América e usado para curar ou prevenir doenças e em rituais espirituais usado como tónico psicológico e em cerimónias como o Temascal (famosa Sauna das Anciãs Pedras).
Costuma-se atribuir ao médico persa Avicena, responsável pelo hospital de Bagdade, a descoberta do método de destilação dos óleos essenciais das plantas, e dos manuscritos árabes dos séculos X e XI que contém desenhos de aparelhos destiladores de óleos essenciais, cujos princípios básicos não mudaram até hoje.
Mas a invenção do alambique atribui-se ao catalão “Arnould de Villanueve”, que na idade média descreve perfeitamente um aparelho para destilar, o alambique (que em Árabe significa: copo).
Uma prova de que os óleos essenciais contêm importantes propriedades antisépticas é a aparente imunidade de muitos perfumistas da Idade Média, durante as epidemias de peste e cólera que assolaram a Europa.
Durante os séculos XVI e XVII mais de 100 óleos essenciais foram utilizados para investigar fórmulas de medicina tradicional.
Fonte: http://sounatural.com

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Sumos para Emagrecer

Bebidas refrescantes, saudáveis e que ajudam a emagrecer

Sumo para Perder a Barriga

A barriguinha causada pela retenção de líquidos ou prisão de ventre pode desaparecer com esses ingredientes:
  • 250 ml de água de coco natural
  • 1 fatia de abacaxi
  • sumo de 1 limão
  • 1 colher (sopa) de semente de abóbora
Para preparar o sumo, basta bater todos os ingredientes no liquidificador. É importante tomar o sumo logo após o preparo.

Sumo Detox

O detox essencial principalmente nas dietas de emagrecimento. A receita é ótima pois ajuda a eliminar toxinas e acaba com o inchaço. Você vai precisar de:
  • 250 ml de sumo de laranja
  • 1 folha de couve
  • 1 fatia de abacaxi
  • 1 colher (sopa) de salsa picada
  • 1 colher (sobremesa) de mel
O mel é opcional, pois acrescenta calorias ao suco.

 

Quem tem o metabolismo rápido queima mais calorias e gorduras.
·        1 chávena (chá) de chá de hibisco
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 1 fatia de melancia
Bata todos os ingredientes no liquidificador por alguns segundos e tome em seguida.

Fonte:receita natural