ECHINACEA EXTRATO SECO - Echinacea purpurea (L.)Moench
(COMPOSITAE)
Descrição: O extrato contém carboidratos, compostos fenólicos (equinacosida,
verbascosida, cinarina), flavonóides (quercetina, rutosida, luteolina), ácidos
graxos (linoléico, oléico, scerótico e palmítico), isobutilamidas,
alquilamidas, polissacarídeos, ácido chicórico, óleos essenciais, hidrocarbonos
e alcalóides, vitamina C e sais minerais. Apresenta-se na forma de um pó fino
marrom com odor característico. Como em todo insumo fitoterápico, podem ocorrer
variações na coloração do produto; essas alterações são naturais e não
interferem na sua qualidade (Certificado de Análise SP Farma).
Ação Fisiológica/Propriedades: O estímulo à produção de gama-globulinas α-1 e α-2 previne infecções causadas por vírus. Polissacarídeos mostraram forte
atividade antiinflamatória. A Echinacea inibe o crescimento de tumores
e compensa os efeitos imuno-supressores da quimioterapia, estimulando as
células fagocitóticas. Experimentos in vitro demonstraram um aumento na
produção de granuloblastos e macrófagos. Apresenta leve efeito antibiótico.
Estimula o córtex adrenal. Injeções de Equinacea aumentaram atividade
fagocitótica contra a bactéria Candida albicans. A imunidade celular foi
reforçada em pacientes com infecções recorrentes de Candida e Herpes
simplex.
Indicações: Poderosa estimulante do sistema imunológico, a Echinacea é
recomendada para o tratamento de infecções e envenenamentos, sendo considerada
o mais poderoso desintoxicante para os sistemas respiratório, linfático e
circulatório Com propriedades anti-virais e bactericidas, permite o tratamento
de: candidíase; irritação na garganta; infecções do sistema urinário; doença pélvica
inflamatória; doenças do aparelho respiratório superior; herpes; úlceras de
pele; psoríase; tosse comprida; bronquite; leucopenia; artrite reumatóide;
alergias; dor de dente e inflamações na gengiva; intoxicação alimentar e
envenenamento do sangue; abcessos; eczema; gripe e febre.
Contra-indicações/Toxicidade: Não há sinais de mutagenicidade (Kennelly, 1985
a;1985b). Lang e Mengs (1976 a,b) não encontraram sintomas tóxicos em ratos
inoculados com Echinacia. A LD50 para ratos foi determinada em 1,25 g,
representando 50 mL de Echinacea/Kg. Mengs (1985) observou que Echinacea não
causava efeitos adversos mesmo após dosagens sucessivas superiores a 8,0 mL/Kg.
Posologia: Recomendam-se cápsulas de 100 a 300 mg, 2 a 4 vezes ao dia ou
conforme critério médico. Para resfriados e infecções ativas, tomar 3 cápsulas
3 vezes ao dia por 3 dias. Parar o tratamento durante 3 dias e repetir. A
Echinacea parece funcionar melhor se administrada durante dez dias, seguida de
descanso.
Fontre:
Echinacea- The Immune Herb, Christopher Hobbs, L.Ac. Editora
Botanica Press, Santa Cruz, Califórnia, EUA. 1990.

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